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Documentos da Secretaria Municipal de Educação com orientações no combate à violência são destaque na Folha de São Paulo
Documentos foram produzidos pelo Núcleo de Apoio e Acompanhamento para a Aprendizagem (NAAPA)
Publicado em: 27/08/2025 15h27 | Atualizado em: 27/08/2025
A Rede Municipal de Ensino da capital paulista segue liderando o debate no combate à adultização e violência contra bebês, crianças e adolescentes. Foi destaque no painel da Folha de S. Paulo desta quinta-feira (27/08) as publicações produzidas pela Secretaria Municipal de Educação (SME) para apoiar educadores e equipes escolares na difícil tarefa de identificar sinais de violência e agir com acolhimento e responsabilidade.
Os documentos “Conhecer para Proteger: enfrentando a violência contra bebês, crianças e adolescentes” e “Conhecer para Proteger: enfrentando a violência na primeira infância”. O primeiro foi lançado em 2020 e teve uma tiragem de 50 mil exemplares e o segundo em agosto deste ano no formato digital.
Cada livro reconhece que a violência assume características singulares em cada tempo da vida, e, portanto, exige do educador um olhar igualmente singular: cuidar de bebês, crianças e adolescentes não é repetir práticas, mas compreender as especificidades de cada tempo e agir de forma ética, técnica e sensível.
Os livros foram produzidos pelo Núcleo de Apoio e Acompanhamento para a Aprendizagem (NAAPA), composto por psicólogos e psicopedagogos, que está presente nas 13 Diretorias Regionais de Educação (DREs) e atuam no apoio as escolas tanto na identificação quanto no acolhimento dos casos, assegurando que os fluxos intersetoriais pactuados sejam efetivados.
Sua atuação não se restringe ao espaço escolar: no nível central, o NAAPA compõe comitês e comissões intersecretariais, assegurando que as escolas estejam sempre incluídas nas discussões e decisões que definem os rumos da rede de proteção da cidade. Nos territórios, as equipes do NAAPA participam de fóruns locais, dialogam com a rede de proteção e articulam políticas públicas.
Até o momento, já foram identificados por volta de 5500 casos de suspeita de violência somente neste ano, sendo 1.700 na primeira infância, evidenciando o papel da escola como um espaço de cuidado, escuta e proteção. Entretanto, um grande desafio permanece: a subnotificação. É justamente para enfrentar essa realidade que a SME investe em formação, materiais de apoio e no fortalecimento da Rede de Proteção.
Acesse a matéria divulgada na Folha de São Paulo
Conheça as publicações na íntegra:
Conhecer para proteger: enfrentando a violência contra bebês, crianças e adolescentes
Conhecer para proteger: enfrentando a violência na primeira infância
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