Notícias

Projeto integra o Cacuriá do Maranhão a práticas de programação, robótica e cultura maker nas aulas    

Publicado em: 15/04/2026 16h58 | Atualizado em: 17/04/2026
Imagem mostra quatro crianças reunidas em torno de uma mesa branca, utilizando tablets. Elas estão inclinadas para frente, concentradas nas telas, interagindo com um aplicativo colorido que apresenta elementos gráficos e personagens. As crianças vestem camisetas claras e utilizam as mãos para tocar e arrastar itens nos dispositivos. O ambiente é simples e bem iluminado, sugerindo um contexto escolar ou de atividade educativa com uso de tecnologia.

Estudantes do 1º ano da EMEF Frei Galvão participam do projeto “Cultura Popular e Tecnologias para Aprendizagens”, que articula danças, músicas, histórias e gincanas da cultura maranhense a atividades de programação, robótica e cultura maker. Desenvolvida nas aulas de Território pelo professor orientador de educação digital Gilberto Araújo, a iniciativa utiliza manifestações do Cacuriá do Maranhão como ponto de partida para o desenvolvimento de habilidades como pensamento computacional, criatividade e autonomia. 

A proposta integra vivências culturais e práticas tecnológicas ao longo do ano. Inicialmente, os estudantes têm contato com o Cacuriá por meio da oralidade, o ritmo e a expressão corporal. Na sequência, esses elementos são retomados em atividades ligadas às Tecnologias para Aprendizagens, com desafios de lógica, construção de protótipos e organização de sequências. 

O cacuriá
É uma manifestação da cultura popular maranhense que reúne música, dança e celebração coletiva, marcada por ritmos animados, cantigas e forte vínculo com as festas do Divino Espírito Santo. O projeto também funciona como etapa introdutória do percurso formativo em educação digital, que será aprofundado até o 4º ano e terá continuidade nos anos seguintes. Ao longo dos bimestres, as atividades evoluem de práticas concretas, como construção manual e experiências maker, para propostas digitais, incluindo robótica, criação de animações e desenvolvimento de jogos em programação por blocos. 

O repertório do Cacuriá, composto por músicas e narrativas, orienta as atividades e se torna base para a criação tecnológica. A partir dessas referências, os estudantes resolvem desafios, constroem objetos e desenvolvem projetos que articulam cultura e tecnologia de forma integrada. 

A metodologia é organizada de forma progressiva: cada unidade começa com a vivência coletiva das músicas e, na semana seguinte, avança para atividades tecnológicas relacionadas ao tema. Nos primeiros bimestres, o foco está em experiências práticas e experimentais; no terceiro, a programação em blocos amplia as possibilidades de criação; no quarto, as aprendizagens são integradas em propostas que articulam diferentes linguagens. 

A iniciativa promove o protagonismo dos estudantes e o trabalho colaborativo, incentivando a produção autoral. Ao transformar referências da cultura popular em projetos tecnológicos, o TPA contribui para que os alunos se tornem criadores, conectando tradição e inovação no processo educativo. 

Leia mais notícias da Rede Municipal de Ensino.

Notícias Mais Recentes

Relacionadas

Zona Norte de São Paulo ganha dois novos CEIs

Zona Norte de São Paulo ganha dois novos CEIs

Publicado em: 06/05/2016 3h42 - em Diretoria Regional de Educação Jaçanã/Tremembé

Centro de Educação Infantil é inaugurado no Jardim Robru

Centro de Educação Infantil é inaugurado no Jardim Robru

Publicado em: 06/05/2016 3h27 - em Diretoria Regional de Educação São Miguel

SME oferece curso sobre brincadeiras indígenas

SME capacitará professores-formadores em jogos e brincadeiras indígenas

Publicado em: 06/05/2016 2h46 - em Diretoria Regional de Educação Butantã

Documentário “O Começo da Vida” é exibido na programação do Spcine
Saiba como participar do Plateia SME e Plateinha

Plateia SME – edição de 4 de maio

Publicado em: 06/05/2016 12h29 - em CEU e COCEU

1 1.478 1.479 1.480 1.481 1.482 1.692