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O Projeto AEL – Academia Estudantil de Letras completa uma década
Documentário feito pela equipe do Memorial da Educação Municipal registra essa história.
Publicado em: 08/08/2017 15h47 | Atualizado em: 30/11/2020
No mês de maio, o projeto Academia Estudantil de Letras (AEL) comemora dez anos de existência. Para deixar registrada essa história de conquistas, a equipe do Memorial da Educação Municipal gravou um documentário na Coleção História Oral, com a educadora Maria Sueli Fonseca Gonçalves, idealizadora deste premiado projeto.
Esta história está disponível neste link.
A AEL nasceu na EMEF Padre Antônio Vieira, da Diretoria Regional (DRE) da Penha, onde Sueli lecionava Língua Portuguesa na época. Formada em Letras na Universidade de São Paulo, ela sempre acreditou que a Literatura pudesse transformar vidas.
“A AEL nasceu de um sonho, de um ideal muito grande. O projeto se espelha, no primeiro momento, na Academia Brasileira de Letras, nas academias oficiais, e foi delas que tirei o modelo desse trabalho acreditando na literatura como força motivadora, uma força transformadora que resgata valores e estimula o gosto pela leitura. Verificamos o avanço indiscutível na aprendizagem dos alunos, no exercício do protagonismo infanto-juvenil, na melhoria do convívio escolar e familiar, na edificação da autoestima como elemento de valorização humana por meio da leitura”, relatou a professora Sueli.
Além da Sueli, participou da gravação o atual coordenador do projeto na DRE Penha, professor Samir Ahmad dos Santos Mustapha.
“Temos colhido muitos frutos ao longo do desenvolvimento deste projeto, além da relação que foi criada com alguns autores como Pedro Bandeira, Ziraldo, Ana Maria Machado, Tatiana Belinky entre outros, visitando nossas Academias, participando das fundações onde são patronos. Ver a paixão dos alunos quando encontram seus autores é um reconhecimento único que o Projeto tem permitido”, disse Samir.
O professor destacou que atualmente o projeto conta com 30 Academias, mas o objetivo é expandi-lo para toda a Rede Municipal de Ensino de São Paulo.
Como funciona uma Academia no cotidiano escolar – O projeto acontece no contraturno e a AEL é uma autêntica Academia de Letras, coma as devidas adaptações para o público estudantil. Os alunos escolhem um autor da Literatura para representar na Academia. Fazem pesquisas e realizam seminários sobre seus “amigos literários”. Assistem à palestra de poetas, escritores e artistas convidados.
Os mais experientes vão, pouco a pouco, assumindo a titularidade das cadeiras pretendidas. Outros, mais novos, dos anos precedentes, também são preparados, como membros correspondentes ou suplentes para assumir a vacância da titularidade, quando os primeiros saem, ficando assim, garantida a continuidade do processo.
Todos frequentam aulas de literatura (com foco lúdico) e de teatro, fora do horário regular das suas aulas. Vêm para a AEL por livre iniciativa e, geralmente, continuam no Projeto até a conclusão dos seus cursos. Participam de eventos culturais, solenidades de fundação de novas Academias, festas anuais de posse e mostras de teatro, onde encenam obras adaptadas da literatura.
Mais três AELs já estão em processo de formação, com os alunos participando das aulas, sendo que uma delas, a AEL Arnaldo Antunes, da EMEF Professor Antonio Carlos Rocha, CEU Tiquatira – DRE Penha – será fundada ainda este ano.
Veja aqui a relação de Academias fundadas e em processo de fundação.
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