Notícias

EMEI Gabriel Prestes celebra memórias e afetos na exposição “Do Coisário ao Relicário” no Parque Augusta

A ação valorizou a diversidade cultural e afetiva da comunidade escolar

Publicado em: 03/11/2025 17h06 | Atualizado em: 03/11/2025

A EMEI Gabriel Prestes, da DRE Ipiranga, levou poesia e emoção à Casa das Araras, no Parque Augusta, com a exposição “Do Coisário ao Relicário”. O evento que aconteceu entre os dias 22 e 27 de outubro, convidou o público a mergulhar em um universo de lembranças, afetos e histórias contadas por meio de objetos do cotidiano — cada um carregando um pedacinho da vida das crianças e de suas famílias. 

Inspirado em formações vividas por uma das professoras da unidade na Universidade Federal Fluminense (UFF) e no Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC), o projeto nasceu em 2017 e, desde então, se consolidou como uma tradição anual da escola. A proposta parte da ideia de que objetos comuns podem carregar histórias, afetos e memórias capazes de revelar quem somos e de onde viemos. 

Durante a exposição, o público pôde conhecer o chamado “coisário coletivo” — uma coleção de objetos trazidos pelas famílias das crianças. Entre eles, havia sapatinhos de bebê, brinquedos antigos, lembranças de viagens, fotografias e presentes de avós e bisavós. Cada item foi acompanhado de um pequeno relato que contava a história por trás da peça, convidando os visitantes a uma imersão sensível nas memórias compartilhadas. 

“A importância não está no valor econômico do objeto, mas na história que ele carrega. É o papel do bombom guardado com carinho, a toalhinha feita pela avó, a lembrança trazida de outro país — pequenas coisas que se tornam grandes relíquias afetivas”, afirma Edna Monteiro, professora da unidade. 

Edna explica que o nome da exposição faz referência ao material educativo do MAC-Niterói “Poética das Apropriações – Do Coisário ao Relicário” (2005) e ao conceito de “Coisário”, descrito pelo filósofo Gaston Bachelard em A Poética do Devaneio, como um conjunto de coisas reunidas que ganham novos sentidos e significados. 

Mais do que uma mostra de objetos, o evento se configurou como um exercício de escuta, afeto e construção de identidade coletiva. As histórias reveladas em cada peça aproximaram famílias, educadores e visitantes, promovendo trocas de memórias e emoções que reforçam o papel da escola como espaço de convivência, cultura e pertencimento. 

Notícias Mais Recentes

Relacionadas

Montagem com fundo verde escuro e três fotografias. Na primeira, há pessoas caminhando em uma trilha, em volta deles tem várias árvores. A do meio tem uma placa de madeira com o texto

Visita no quilombo mais antigo de SP inspira ações antirracistas na Rede Municipal

Publicado em: 31/03/2023 1h58 - em Secretaria Municipal de Educação

fotografia mostra Quadra poliesportiva Coberta em uma unidade escolar

Prefeitura de SP entrega mais quatro coberturas de quadras poliesportivas em escolas da Rede Municipal

Publicado em: 29/03/2023 4h09 - em Secretaria Municipal de Educação

Quatro mulheres estão de pé posando para foto, elas estãousando saias rodadas com estampas floridas. A mulher da ponta esquerda está usando uma máscara de boi, a que está ao seu lado segura um estandarte com fitas coloridas e o desenho do rosto de um boi.

‘Cortejo’ ajuda a acolher crianças indígenas e migrantes de CEI

Publicado em: 29/03/2023 4h03 - em Secretaria Municipal de Educação

Conferência Municipal De Educação

Etapa regional da Conferência Municipal de Educação ocorre nos dias 14 e 15 de abril 

Publicado em: 29/03/2023 12h55 - em Secretaria Municipal de Educação

Fotografia do tórax de uma pessoa com camiseta azul fazendo um sinal de LIBRAS com a mão direita a frente do peito.
1 368 369 370 371 372 1.697