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SME e Metodista se unem para criar ‘Revista Imprensa Jovem’
Estudantes e professores do Imprensa Jovem e do curso de Jornalismo trabalham em cooperação; revista digital é voltada para jovens de todo país
Publicado em: 16/07/2021 11h51 | Atualizado em: 16/07/2021
O Núcleo de Educomunicação, da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, e a Universidade Metodista de São Paulo se uniram em apoio aos estudantes para desenvolver o projeto de comunicação “Revista Imprensa Jovem”. Na ação, estudantes mediadores dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e seus professores do Projeto Agência de Notícias Imprensa Jovem e do terceiro semestre do curso de Jornalismo da Universidade Metodista trabalham em cooperação. A publicação digital está em sua primeira edição.
A Revista Imprensa Jovem é aberta a estudantes de todas as séries, de escolas públicas e particulares do país. Além disso, ela utiliza linguagens diversificadas como áudio, foto, vídeo, texto, entre outros.
Nesta edição entre as pautas abordadas estão o programa da SME-SP “Nas Ondas do Rádio”; o grafite como arte que transforma vidas; a cultura maker (“faça você mesmo”) nas escolas municipais e o desenvolvimento dessas práticas com a utilização de impressoras 3D e kits de robótica; o contexto da pandemia que influenciou as aulas de Educação Física, trouxe os desafios do ensino híbrido e o ENEM em época de Covid-19, videoperformance nas escolas e a história em quadrinhos “Jovenilda”.
Este projeto é uma oportunidade de aprendizado sobre comunicação para todos os envolvidos. A estudante Giulia Guimarães Dantas, 14 anos, da EMEF Antônio Estanislau do Amaral, comenta: “Eu adorei participar do processo da revista, me deu um maior entendimento sobre a construção dela e adorei contribuir. Vou levar para a vida tudo o que aprendi nesse projeto. Agradeço muito pela oportunidade!”
Em fevereiro de 2021, teve início o processo de produção colaborativa do material. Tudo foi construído de forma conjunta, desde a apresentação e discussão da pauta, a diagramação, o processo de apuração das informações, escrita e edição do texto até a escolha das imagens. As atividades foram supervisionadas pelos professores da universidade.
Para Carlos Lima, professor e coordenador do Núcleo de Educomunicação, da SME-SP, a revista era um sonho antigo e um recurso para mostrar a voz do estudante. “Nossos jovens têm muito a dizer. Ler uma publicação assim é uma forma de entender como eles enxergam o mundo. E isso é muito legal”, afirma. Ele e a jornalista e professora da Universidade Metodista, Camila Escudero, coordenaram a revista.
“Nosso objetivo principal era fazer com que os alunos da rede e da universidade aprendessem uns com os outros. Os universitários conhecessem a realidade dos adolescentes e professores da rede que, por sua vez, entrassem no mundo do fazer jornalístico. Foi um trabalho no qual todos aprenderam, inclusive os docentes envolvidos”, comentou Camila.
Já para o coordenador do curso de Jornalismo, Eduardo Grossi, “Tanto a escola como a universidade não podem ter muros. Somos todos uma mesma sociedade, onde o processo de aprendizado é constante para o desenvolvimento de todos, seja aprendizado acadêmico, seja para a vida”.
Clique aqui e leia a Revista Imprensa Jovem.
O nome da revista
A escolha do nome da revista também foi realizada de forma colaborativa. Estudantes e professores que realizam o projeto fizeram sugestões de nomes e o resultado final foi obtido por meio de votação presencial e online, na plataforma Google Forms. Entre os nomes indicados estavam “Imprensa Jovem” – o vencedor, “É Nóis”, “Jovem.com” e “Meta Jovem”. No total, a votação teve a contribuição 63 participantes.
O que as nossas estudantes pensam sobre o projeto
“Foi muito gratificante participar da construção da Revista, pois foi algo novo. Me ensinou muitas coisas e fez pensarmos em novos projetos. Eu penso que além de trazer o ponto de vista dos alunos, traz uma revista para todos e foi muito intenso e gratificante.” Emilly Layanne C. Rodrigues, 12 anos, EMEF Professor Mailson Delane.
“Foi uma honra participar desse projeto tão incrível e desenvolver novos aprendizados. Cada momento foi único e fico extremamente grata por ter tido o apoio de todos principalmente da minha professora Christiane Martins. Foi algo muito prazeroso e divertido. Guardarei esse projeto no meu coração e farei dele uma oportunidade de crescimento!” Steffany Sousa Silva, 13 anos, EMEF Antônio Estanislau do Amaral.
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