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SME promove “Leituraço!” com títulos sobre cultura africana e afro-brasileira durante o mês de novembro

Ação faz parte do "Novembro Negro" e incentiva a valorização das histórias que já integram os acervos das salas de leitura das unidades

Publicado em: 05/11/2021 12h07 | Atualizado em: 05/11/2021
Imagem mostra uma mesa com dezenas de livros posicionados. Na parte de trás, cartazes amarelos com frases escritas como "Respeita a minha cor" e "Racismo é crime", escritas pelos estudantes

Entre as obras estão “Heroínas Negras Brasileiras”, “Minha mãe é negra sim!”, “As tranças de Bintou”, “O príncipe medroso e outros contos africanos”. (Imagem: Arquivo Pessoal)

A Secretaria Municipal de Educação (SME), por meio da equipe da Sala Espaço e Leitura, realiza neste mês de novembro mais uma edição do “Leituraço!”. Nesta edição, a ação tem como objetivo promover e valorizar a cultura e histórias das populações africanas e afro-brasileira.

A iniciativa, presente na Rede desde 2014 e que integra as atividades do “Novembro Negro”, disponibiliza uma série de títulos que fazem parte da temática para que sejam trabalhados com os estudantes nas escolas. Entre as obras estão “Heroínas Negras Brasileiras”, “Minha mãe é negra sim!”, “As tranças de Bintou”, “O príncipe medroso e outros contos africanos”.

Série de lives sobre práticas antirracistas também acontece neste mês
Nos dias 10, 18 e 23/11, o Núcleo de Educação para as Relações Étnico-Raciais (NEER) da SME realiza, também dentro do “Novembro Negro”, uma série de lives com temas como Ocupação da população negra na cidade de São Paulo; Literatura Negro-brasileira e Feminismos Negros e suas intersecções. Na última quinta-feira (4), o primeiro bate-papo do projeto foi sobre Infância, Raça e Gênero.

O objetivo é trazer reflexões críticas e divulgar as práticas antirracistas que acontecem diariamente nas unidades. Os conteúdos terão a participação de pesquisadores e educadores da SME e de outras instituições.

Veja a programação completa das lives

“As ações realizadas pelo núcleo como um todo impactam a vida dos bebês, crianças, estudantes, jovens e adultos quando sensibilizados as educadoras e educadores à necessidade de práticas antirracistas diariamente. Pensar em um currículo antirracista de Fevereiro a dezembro é premissa da educação em São Paulo. A formação continuada durante o ano todo possibilita reflexões e novas ações nos territórios”, disse a coordenadora da iniciativa no NEER, Jussara Nascimento dos Santos.

Imagem mostra crianças sentadas na grama, em roda, ouvindo uma história contada pela professora

A iniciativa, presente na Rede desde 2014 e que integra as atividades do “Novembro Negro”, disponibiliza uma série de títulos que fazem parte da temática para que sejam trabalhados com os estudantes nas escolas (Arquivo Pessoal)

 

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