Notícias

III Mostra Cultural Agosto Indígena no CEU Vila Rubi

Abertura oficial do Agosto Indígena da DRE Capela aconteceu na quinta, 17 de agosto

Publicado em: 04/09/2018 16h14 | Atualizado em: 30/11/2020

III_Mostra_Cultural_Agosto_Indigena_CEU_Vila_Rubi_740_x_430.jpg

Na quinta, 17 de agosto, aconteceu a abertura da III Mostra Cultural Agosto Indígena, no Centro Educacional Unificado (CEU) Vila Rubi, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Capela do Socorro. Culturas diversas trocaram experiências. “Os homens brancos”, como falaram os índios, aprenderam sobre os costumes indígenas e sobre a história do Brasil.

As duas aldeias da DRE Capela, Tenondé Porã e Krukutu, mostraram os seus instrumentos, suas artes e esculturas. Sorridentes, ensinaram sobre cada artesanato apresentado em cima de uma longa mesa. O clima era de festa. Muitos convidados, entre professores e diretores, conversaram sobre os indígenas e os itens mostrados.

O Diretor Regional de Educação da DRE Capela, Marivaldo Souza, abriu o evento. “Este é um momento importante para a DRE Capela do Socorro. Temos que celebrar”, disse. Na sequência, o coral do Centro de Educação e Cultura Indígena (CECI) Tenondé Porã, formado por 20 indígenas, entre crianças, jovens e adultos, cantou três músicas na língua Guarani. Segundo Bruno Lima Gabriel, indígena da Tenondé, a primeira música fala “sobre os pássaros e as florestas”. A segunda fala sobre o Deus Nhãnderuete e a terceira, segundo o garoto, sobre tudo que existe na terra.

“Espero que o pessoal tenha gostado e que entenda sobre a nossa cultura”, disse Bruno. A liderança dos indígenas foi chamada para um debate. Wera Jeguaka, cantor de rap e escritor, conhecido como Kunumi MC, cantou antes do debate. Bem expressivo e com muita presença de palco, abordou, em suas letras, a luta dos povos indígenas.

Depois dos raps, o debate sobre os povos indígenas começou. Foram abordados a história do Brasil e os problemas dos povos indígenas. Marcele Guerra, antropóloga, mostrou e abordou, em slides, sobre as antigas comunidades indígenas do Brasil. “Os povos indígenas foram um presente na minha vida. Eu cheguei neste trabalho desde o segundo ano da faculdade por meio da comunicação comunitária e acesso aos direitos”, conta a antropóloga.

O professor Leno Ricardo Vidal, da EMEF José de Alcântara Machado Filho, fez uma palestra intitulada “Eu Venho do Mundo, Raízes Pankararu: Um Memorial Encantado do Outro Lado do Rio” e uma apresentação cultural Pankararu – uma dança indígena.

Para finalizar, os indígenas chamaram a plateia ao palco para fazer uma dança sagrada, onde pediram, aos ancestrais, saúde e fé. Todos dançaram ao som guarani.

Clique aqui para ver a galeria de fotos

Notícias Mais Recentes

Relacionadas

Estudante negro fazendo leitura em ambiente de sala de aula do livro

I Semana de Literatura da EMEF Jardim Mitsutani I celebra ancestralidade e afrofuturismo

Publicado em: 28/08/2023 6h15 - em Secretaria Municipal de Educação

fotografia mostra parte de um rosto feminino com foco na boca em movimento de fala

Curso EAD “Promovendo o Bem-estar Vocal do Professor” está com inscrições abertas

Publicado em: 28/08/2023 4h59 - em Secretaria Municipal de Educação

Duas crianças com uniformes da prefeitura jogam um jogo de tabuleiro com peças de animais

Festival do Jogo da Onça reuniu mais de 2 mil crianças nas 13 DREs

Publicado em: 25/08/2023 4h00 - em CEU e COCEU

Imagem 1 Certa

Estudantes da EMEF Padre Aldo da Tofori escrevem livro infanto-juvenil que tangencia pautas sociais

Publicado em: 25/08/2023 1h33 - em Diretoria Regional de Educação Santo Amaro

Imagem das mãos de duas pessoas onde uma entrega um certificado para outra.

Educadores da Rede Municipal já podem se inscrever para o Prêmio Professor em Destaque 2023

Publicado em: 25/08/2023 1h17 - em Secretaria Municipal de Educação

1 319 320 321 322 323 1.692