Notícias

Leituraço da EMEF João Ernesto utiliza ingressos personalizados para incentivar a leitura e a participação dos estudantes

A ação que neste mês celebra livros da cultura indígena, envolve mais de 600 estudantes da unidade

Publicado em: 26/08/2025 10h31 | Atualizado em: 26/08/2025
Tamanho Site (7)

Com ingressos na mão e muita curiosidade, cerca de 615 estudantes da EMEF João Ernesto, que pertence a Diretoria Regional de Educação (DRE) de Santo Amaro, embarcam em histórias indígenas no Leituraço que marca o mês de agosto. A cada edição, o projeto se fortalece como uma experiência coletiva de valorização da leitura e do respeito às múltiplas identidades presentes na escola e na sociedade brasileira.  

A atividade, que já se tornou uma tradição na escola, promove leituras coletivas de obras escritas por autores indígenas ou que abordem aspectos das culturas dos povos originários. Os livros são selecionados a partir do acervo escolar, com o apoio de exemplares emprestados por docentes de outras unidades e do acervo pessoal dos professores da unidade. 

Poucos dias antes do evento, cada estudante recebe um ingresso literário, com a imagem da capa do livro escolhido, a sala e o horário da sessão de leitura. A ideia do ingresso surgiu como uma solução prática e simbólica.  

“Percebemos que os ingressos tornariam a experiência mais dinâmica e atrativa, além de facilitarem o deslocamento pelos espaços (salas de aula, quadra, pátio, sala de leitura e LED). Entre o dia da inscrição e o do Leituraço, muitos estudantes esqueciam o local escolhido. O ingresso funciona como lembrete e marca simbólica do dia”, explica Jaqueline Flores, coordenadora pedagógica da escola. 

Neste mês as obras escolhidas são: Um curumim, uma canoa; A lenda da Vitória Régia; Redondeza; Uxé; Pikui – O pequeno curumim; Tekoa – Conhecendo uma aldeia indígena; Kunumi Guarani; Tem índio pra todo lado!; O pássaro encantado; A Ubá do curumim; Caçadores de aventuras; Kabá Darebu ; O tupi que você fala; A descoberta das frutas; O Brasil, os indígenas e a flor Primavera; Meu avô Apolinário; Um índio chamado Esperança; A criação do mundo; As onças de Krumaré; Aritana, o índio que foi à lua; As serpentes que roubaram a noite e outros mitos; A morte da velha bruxa e Irakisu, o menino criador. 

A escolha dos títulos para o leituraço é feita de forma colaborativa e seguindo a temática do calendário escolar. Na EMEF João Ernesto, a coordenação pedagógica define um prazo para que cada professor indique uma obra. As sugestões são reunidas em um mural com as capas e sinopses, e os estudantes fazem sua escolha registrando nome e turma. A expectativa é que essa autonomia incentive ainda mais o envolvimento dos estudantes com a leitura.  

Além do acesso à literatura, o projeto tem um forte caráter formativo. “As crianças aprendem mais sobre orientação no espaço da escola, escuta ativa, respeito às diferenças e socialização com outros colegas e professores”, aponta a coordenadora pedagógica. 

Notícias Mais Recentes

Relacionadas

Mediação de Leitura: Histórias

Mediação de Leitura: Histórias, práticas e pontes para o mundo

Publicado em: 05/10/2018 6h22 - em Ensino Fundamental e Médio

A Educação Integral em diálogo com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável
Semana da Criança no CEU Pêra Marmelo

Semana da Criança no CEU Pêra Marmelo

Publicado em: 05/10/2018 4h56 - em CEU e COCEU

“Libel e o Palhacinho” nos CEUs

“Libel e o Palhacinho” nos CEUs

Publicado em: 05/10/2018 4h56 - em CEU e COCEU

Práticas inclusivas nas aulas de Educação Física na CEU EMEF Parque Anhanguera

Práticas inclusivas nas aulas de Educação Física na CEU EMEF Parque Anhanguera

Publicado em: 05/10/2018 3h51 - em Ensino Fundamental e Médio

1 … 835 836 837 838 839 … 1.704