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Escolas de Ensino Fundamental dos novos CEUs começam as aulas com modelo de gestão inédito

EMEF Ruth de Souza e EMEF Marina Colasanti começaram as atividades em período integral com um modelo de gestão inovador

Publicado em: 21/07/2025 16h07 | Atualizado em: 21/07/2025
A imagem mostra uma ampla área externa de um equipamento público moderno, com destaque para duas piscinas retangulares de diferentes profundidades em primeiro plano, cercadas por um piso claro e bancos de concreto. Ao fundo, há um prédio escolar de cinco andares, com fachada em tons de cinza claro e laranja, janelas retangulares e brises metálicos para ventilação. À esquerda, vê-se uma passarela coberta com estrutura azul, e à direita, parte de uma quadra esportiva coberta. O céu está parcialmente nublado, com bastante luz natural iluminando o local. Há também algumas pequenas árvores plantadas ao redor das piscinas, compondo uma área paisagística em desenvolvimento.

CEU Papa Francisco – Crédito: SME/Daniel Guimarães

As Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEF) dos novos CEUs Rei Pelé e Papa Francisco iniciaram as aulas em período integral nesta segunda-feira (21). As EMEFs Ruth de Souza (CEU Rei Pelé) e Marina Colasanti (CEU Papa Francisco) seguem um modelo de gestão inovador, que permite à equipe diretiva dedicar-se exclusivamente às questões pedagógicas.

O início das aulas nas duas escolas acompanha a volta às aulas em toda a Rede Municipal de Ensino (SME), que recebeu mais de 1 milhão de bebês, crianças, jovens e adultos nas mais de 4 mil unidades educacionais espalhadas pela capital paulista.

O funcionamento das novas unidades é viabilizado por meio de um modelo de Parceria Público-Privada (PPP) para construção e conservação de novos CEUs, no qual a concessionária é responsável pela manutenção de toda a infraestrutura, como troca de lâmpadas, mobílias, portas, janelas e demais espaços. A mudança permite que os diretores foquem mais tempo nas práticas pedagógicas e ainda garante uma economia estimada de até R$45 milhões nos próximos anos.

A diretora da EMEF Ruth de Souza, Salete Ferri, já percebe os benefícios do novo modelo, que além de garantir a presença dos estudantes em período integral, facilita a gestão. “A iniciativa permite que a equipe gestora direcione mais tempo e energia para questões pedagógicas e para o acompanhamento próximo do trabalho dos professores e do desenvolvimento dos estudantes”, afirmou.

Para o Secretário Municipal de Educação, Fernando Padula, o início das atividades em período integral representa um marco para a qualidade da educação paulistana. “A abertura das novas escolas representa um avanço importante na Rede Municipal. Com um modelo de gestão inovador, conseguimos garantir que os diretores e equipes escolares estejam totalmente focados na garantia das aprendizagens”, destacou.

Polo Educacional

A EMEF Marina Colasanti está localizada no território da DRE São Mateus e tem capacidade para atender cerca de 1.000 pessoas, incluindo estudantes do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental. A unidade integra o Bloco Educacional do CEU, que conta com 18 salas destinadas à EMEF, 3 salas para a UniCEU/Polo de Formação, 4 salas para o Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos (CIEJA), 2 salas para o Centro de Estudos de Línguas Paulistano (CELP), 8 salas multiuso, 1 Laboratório de Educação Digital e uma bebeteca.

Já a EMEF Ruth de Souza, localizada na DRE Itaquera, também tem capacidade para atender cerca de 1.000 estudantes do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental. Seu Bloco Educacional conta com 27 salas destinadas à EMEF, 4 salas para a UniCEU/Polo de Formação, 4 salas para o CIEJA, 11 salas multiuso, uma sala de coworking e um Laboratório de Educação Digital.

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