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CIEJA recebe prêmio com projeto de horta suspensa

Prêmio reconhece trabalho desenvolvido por meio de projeto transformador ligado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis

Publicado em: 27/08/2019 15h00 | Atualizado em: 30/11/2020
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O Projeto desenvolvido pelo Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos (CIEJA) Marlúcia Gonçalves de Abreu “Da Escola para o prato – Horta Suspensa” recebeu na última quinta-feira (22) o prêmio “Desafio 2030 – Escolas Transformando Nosso Mundo”, concurso idealizado pela ONG Reconectta, que tem como propósito reconhecer o trabalho desenvolvido nas instituições de Ensino Básico, por meio de projetos transformadores ligados aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Em sua terceira edição (2019) o prêmio foi voltado a todas as escolas públicas e particulares de Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II, Ensino Médio, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e Técnico da Grande São Paulo.

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O Projeto “Da Escola para o prato – Horta Suspensa” foi elaborada pela área de Ciências da Natureza e Matemática, e foi implementado pela Professora Maria Ivanilde Bezerra de Freitas, tendo a intenção de refletir sobre princípios de sustentabilidade, influenciar na cultura alimentar e nutricional dos alunos, com base no entendimento de que é possível ampliar conhecimentos por meio da elaboração de hortas suspensas, aliado com a alimentação nutritiva, proveitosa, de baixo valor econômico e ecológico, podendo ser construído em espaços reduzidos.

A unidade contou com o apoio e a participação da comunidade, pequenos agricultores que aproveitam espaços da região para cultivar hortas orgânicas disponibilizaram a sua experiência no manuseio da terra e plantio; palestras e pesquisas sobre plantas alimentícias não convencionais (PANCs), multimistura, transgênicos, hábitos saudáveis, valor nutricional de alimentação e aproveitamento das sobras de alimentos.

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Visita ao Aterro Sanitário – Como parte do projeto, os alunos foram visitar o aterro sanitário Sítio São João, localizado no bairro da Terceira Divisão, na região de São Mateus. Durante a visita eles puderam aprender como funciona o aterro e conhecer o tratamento de chorume e como é feito todo o manejo do lixo dentro do aterro sanitário.

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