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SME compartilha experiências do PTRF e do SIG-Escola com equipe de Porto Alegre

Visita técnica destacou modelo paulistano de transferência de recursos, prestação de contas e autonomia das unidades educacionais

Publicado em: 09/09/2026 11h45 | Atualizado em: 09/09/2026
Fotografia de oito adultos em pé posando para câmera.

A Secretaria Municipal de Educação (SME) de São Paulo recebeu, no mês agosto, uma equipe técnica da Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre interessada em conhecer o Programa de Transferência de Recursos Financeiros (PTRF) e o SIG-Escola, sistema utilizado pela Rede Municipal para apoiar a gestão e a prestação de contas dos recursos destinados às unidades educacionais.

A comitiva, formada pela diretora de Planejamento e Monitoramento da SME de Porto Alegre, Geani Regina Droescher, e pelos servidores Orácio Pavan e Giliane Dessbesell, participou de reuniões na sede da SME e visitou a EMEI Montese, na DRE Ipiranga, para conhecer na prática a aplicação dos recursos do programa.

Durante o primeiro dia, técnicos da SME apresentaram a estrutura e o funcionamento do PTRF, além dos mecanismos de acompanhamento, transparência e prestação de contas adotados pela Rede Municipal. A equipe também conheceu o SIG-Escola, sistema desenvolvido pela Secretaria para apoiar gestores escolares, Diretorias Regionais de Educação (DREs) e áreas centrais na administração dos recursos.

A solução tecnológica despertou especial interesse da delegação de Porto Alegre. Foram apresentados o processo de desenvolvimento do sistema, sua arquitetura e as principais funcionalidades. O SIG-Escola utiliza tecnologias e conceitos de dados abertos, o que permite que a experiência seja estudada e adaptada por outras redes de ensino.

Experiência na escola

No segundo dia, a comitiva visitou a EMEI Montese, na DRE Ipiranga, onde conheceu investimentos realizados com recursos do PTRF e a participação da comunidade escolar na definição das prioridades da unidade.

Entre os exemplos apresentados está uma área externa com brinquedos de madeira escolhidos pelas próprias crianças. Os recursos do programa, administrados pela Associação de Pais e Mestres (APM) em conjunto com o Conselho de Escola, são utilizados em melhorias de infraestrutura, ações pedagógicas e iniciativas de acolhimento à comunidade.

A visita também mostrou o trabalho de acompanhamento realizado pela DRE Ipiranga, que orienta as unidades educacionais sobre os procedimentos para aplicação e prestação de contas dos recursos.

Segundo a equipe de Porto Alegre, a experiência de São Paulo poderá servir de referência para o aprimoramento de iniciativas semelhantes na capital gaúcha, especialmente nas áreas de gestão escolar, transparência e uso de tecnologia na prestação de contas.

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