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Projeto Patrulheiros do Futuro da EMEF Ulysses da Sylveira é gratificado no Prêmio Paulo Freire
Iniciativa teve como tema central a preservação do meio ambiente
Publicado em: 24/09/2018 15h53 | Atualizado em: 30/11/2020
Na segunda-feira, 17 de setembro, aconteceu no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo a premiação da 13ª edição do prêmio Paulo Freire. Todos os anos são avaliadas e premiadas as unidades escolares e educadores da Rede Municipal que tenham projetos de aprimoramento da qualidade de ensino nas escolas municipais. Foram 81 projetos inscritos e doze premiados nas categorias Educação Infantil, Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II/Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos.
A Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF), Ulysses da Sylveira Guimarães da Diretoria Regional da Educação (DRE) Capela do Socorro participou do Prêmio Paulo Freire com o Projeto Patrulheiros do Futuro. A ação foi idealizada pelas professoras do fundamental I, Ludimilla de Paiva, Nádia Daenekas, Márcia do Rio e Daniele Rodrigues, professora de inglês, e promoveu a educação ambiental para estudantes e a comunidade local.
Foram três etapas de organização para o Patrulheiros do Futuro existir. A primeira consistiu em formação dos professores sobre o tema por meio de filmes, jogos, dinâmicas, livros e encontros culturais com indígenas da aldeia Tenondé Porã, seguido por estudo de meio com visita à trilha Billings, bairros Vargem Grande, Marsilac, área rural e Mirante da Cratera e Ponte Alta. A segunda foi a fase de compartilhamento, na qual os estudantes criaram uma campanha para conscientizar a comunidade e um espetáculo aliado aos projetos Hip-Hop, Flauta, Arte Cênica e Teatro da EMEF. A peça, intitulada “Alice no país dos Animais”, foi apresentada na própria unidade, na Escola Municipal de Ensino Infantil (EMEI) Luiz Gonzaga do Nascimento e na Escola Estadual Alexandre Marcondes Filho
Na última etapa do projeto, os estudantes realizaram uma exposição com salas temáticas para a comunidade e para as crianças da EMEI convidada, José Roschel Christi, explicando sobre as obras expostas e o tema central. A professora Ludimilla de Paiva conta que a iniciativa superou as expectativas. “O projeto proporcionou não apenas uma Educação Ambiental crítica, mas também a sensibilização dos estudantes em relação à problemática do tráfico de animais silvestres e à degradação do meio ambiente, em especial a Mata Atlântica, já que a escola está localizada em uma área de fragmentação dessa mata, estimulando-os a mobilizarem-se em prol de uma mudança significativa para si e para sua comunidade”, observa Ludimilla.
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