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Professor da Rede Municipal de São Paulo ganha Prêmio Professor Porvir com melhor projeto de Educação Antirracista 

Danilo Daniel do Santos, da EMEF Philó Gonçalves, realizou o projeto “Pequenos Guardiões” sobre racismo ambiental com estudantes do 4º ano do Fundamental

Publicado em: 11/03/2025 15h56 | Atualizado em: 11/03/2025
Fotografia mostra estudantes em uma área verde, eles estão de mãos dadas em círculo. Os alunos são da EMEF Philó Gonçalves dos Santos e fazem parte do projeto "Pequenos Guardiões".

O professor Danilo Daniel dos Santos, da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Philó Gonçalves dos Santos, na região de Perus, zona Norte da capital, foi vencedor na 2ª Edição do Prêmio Professor Porvir na categoria especial Educação Antirracista . 

Seu projeto, intitulado “Pequenos Guardiões”, foi desenvolvido com estudantes do 4º ano e aborda questões sobre racismo ambiental, conectando a história do bairro com os impactos ambientais que afetam a comunidade.

Conheça mais sobre o projeto na matéria: Ao sair da sala de aula, o projeto explica a história do bairro e o racismo ambiental a crianças 

Os vencedores terão suas práticas publicadas em um livro digital, receberão o Selo Professor Porvir e participarão de um encontro especial em São Paulo com todas as despesas pagas, em data a ser definida.

O Prêmio Professor Porvir reconhece práticas educacionais inovadoras em todo o Brasil, destacando iniciativas que promovem inclusão, sustentabilidade e tecnologia nas escolas públicas. A 2ª Edição do Prêmio recebeu um total de 951 inscrições de todos os estados do Brasil. 

Foram selecionados 30 finalistas para concorrer em diferentes categorias como por etapas de ensino, categorias especiais e votação popular. Três professores da Rede Municipal de São Paulo chegaram à fase final, entre os 30 melhores projetos do país.

Além do professor Danilo, também foram finalistas as professoras Vanessa de Oliveira Santos, da EMEI Gabriel Prestes, com o projeto “Falando com as mãos”, que ensina Libras para crianças de 4 e 5 anos, e Juliana de Oliveira Silva, da EMEF Modesto Scagliusi, com o projeto “Informática di cria”, que incentiva a inclusão digital por meio da criação de jogos.

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