Notícias

Invasão dos “makers” na Campus Party 2017

Imprensa Jovem da EMEF Enzo Antônio Silvestrin confere a expansão do movimento Maker e se aprofunda nesse universo

Publicado em: 22/02/2017 15h32 | Atualizado em: 30/11/2020

invasao_dos_makers_campus_party_2017_740_x_430.jpg

Matéria produzida pela equipe de Imprensa Jovem da EMEF Enzo Antônio Silvestrin

A Campus Party deste ano foi invadida pelos “makers”. Para nós, repórteres, é um universo em expansão. O salão principal da Campus Open atraiu coletivos makers que mostraram suas ideias de produtos e serviços. E esse crescente mercado de fazedores ganha cada vez mais espaço em São Paulo. São diversas oficinas com pacote de aulas e suporte para desenvolver seu próprio projeto.

Mas o que é maker? A Juliana, do Engenho Maker, esclareceu pra gente. “Maker é uma palavra em inglês para fazedor”, ou seja, gente que faz coisas. E o movimento parte do princípio de que pessoas comuns podem realizar projetos de construção e alteração de diversos tipos de coisas: de pratos culinários até robótica.


Para o professor Maurício, da MultiSchool, a internet ajuda muito quando se quer pôr a mão na massa pois há muitos tutoriais e conteúdos disponíveis. Sintetizá-los e utilizá-los da melhor forma também é uma tarefa maker.

Partindo desse conceito sobre makers, avistamos a batalha de robôs. Os fazedores estão expandindo os horizontes. Aqui, cada um faz o seu robô. As equipes possuem diversos integrantes e eles estudam e constroem um robô pra a batalha. Ele tem que suportar os 3 minutos da luta e continuar funcionando.

O estudante Douglas Piva, da CEFET-MG, garante que o objetivo dessa batalha não é só ganhar, mas revisar o projeto e torná-lo cada vez melhor. Ele se considera um maker pois está constantemente aprendendo a fazer algo e desenvolve na prática seus projetos.

A Prefeitura de São Paulo esteve presente no evento. No seu estande foi montado um laboratório experimental do FabLab. A iniciativa mantém, até o momento, 12 laboratórios com profissionais para ajudar a desenvolver projetos com os participantes das oficinas, oferecidas gratuitamente.

Alunos repórteres

Isaac Santos

Mellissa Evellyn

Michael Silva

Janaina Rodrigues

Notícias Mais Recentes

Relacionadas

Sobre uma esteira de palha, estão dispostos elementos que remetem às culturas afro-brasileira e indígena, como bonecas de pano negras com roupas coloridas, instrumentos musicais, sementes, objetos artesanais e cartões com estampas geométricas em tons terrosos. Ao fundo, algumas bonecas estão acomodadas em um cesto de vime, compondo um ambiente educativo e cultural.

Professora trabalha culturas afro-brasileira e indígena para desconstruir estereótipos na Educação Infantil 

Publicado em: 25/05/2026 11h09 - em Diretoria Regional de Educação Ipiranga

Imagem com desenhos de crianças e adultos brincandado e área verde.

Prefeitura de São Paulo promove a 8º Semana Municipal do Brincar com mais de 2.700 atividades

Publicado em: 23/05/2026 9h06 - em Secretaria Municipal de Educação

Tamanho Site (15)
Fotografia de duas meninas jogando tênis.
Fotografia com capas de livros.

Estudantes e educadores celebram produções literárias 

Publicado em: 22/05/2026 1h00 - em Secretaria Municipal de Educação

1 4 5 6 7 8 1.668