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EMEF Professor João Ernesto de Souza Campos tem 37 alunos finalistas da Olimpíada Brasileira de Informática
A escola teve a iniciativa de inscrever os estudantes do 4° e 5° ano na competição e os preparou durante um mês e meio
Publicado em: 07/08/2025 16h37 | Atualizado em: 07/08/2025
Caneta na mão, papel na mesa, muita vontade de aprender e professoras dedicadas ao aprimoramento da aprendizagem, foi assim que 37 estudantes dos 4º e 5º anos da EMEF Prof. João Ernesto de Souza Campos, da DRE Santo Amaro, deram um passo importante na Olimpíada Brasileira de Informática (OBI) 2025. Eles são finalistas da competição, e a prova será realizada nesta sexta-feira (8).
A Olimpíada Brasileira de Informática é promovida pela Sociedade Brasileira de Computação e tem como objetivo despertar nos estudantes o interesse pela ciência da computação. Diante disso, a professora Credelania Aparecida Ferreira Mendes teve a iniciativa de inscrever os alunos no final de 2024 e acompanhou todo o processo: desde a preparação até a aplicação das provas.
Durante cerca de um mês e meio, nas aulas de Tecnologias para Aprendizagem (TPA), os estudantes resolveram questões de edições anteriores da OBI, sempre de forma prática e adaptada à realidade da escola.
Ao todo, 323 estudantes da unidade participaram da primeira fase da modalidade Iniciação – Nível Júnior, realizada em 6 de junho, com provas no formato papel e lápis. Desses, 37 são finalistas. Todos os participantes receberão certificados da Sociedade Brasileira de Computação – e quem se destacar entre os melhores classificados pode conquistar medalhas.
Para auxiliar os estudantes da EMEF João Ernesto, houve o apoio da equipe gestora, que adquiriu uma impressora exclusiva para o Laboratório de Educação Digital (LED), garantindo que todos os alunos pudessem fazer a prova impressa.
A OBI vem ganhando espaço como uma ação pedagógica importante, construída de forma colaborativa entre a professora Credelania, a diretora Ana Paula, a Assistente de Direção Valdirene e as Coordenadoras Pedagógicas, Jaqueline e Egle.
Essa união mostra que, quando a escola acredita no potencial dos estudantes, os resultados vão muito além da sala de aula. “Mais do que competir, o mais bonito é ver o quanto os estudantes se engajaram. Eles se desafiaram, pensaram juntos, cresceram com cada exercício. Isso é aprendizado real. Além disso, esta ação tem reforçado o compromisso com o direito à aprendizagem e o protagonismo estudantil.”, comenta a coordenadora, Jaqueline Flores.
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