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CEUs da capital paulista recebem programação para todas as idades no Agosto Indígena
Atividades celebram a diversidade e riqueza da herança indígena com contação de histórias, shows, palestras, vivências e muito mais
Publicado em: 14/08/2025 12h30 | Atualizado em: 14/08/2025
Em agosto os CEUs da capital paulista serão palco de uma verdadeira celebração da herança cultural, ancestralidade, saberes e diversidade dos povos indígenas. A programação vai contar com palestras, shows, vivências teatrais, contação de história e muito mais. As ações serão protagonizadas por artistas e coletivos de diversas etnias do território brasileiro.
Entre as atrações musicais está a artista Katú Mirim que une rap, synth pop e ancestralidade. Inspirado nos elementos, causa indígena e na força vital feminina, o espetáculo é um manifesto por sustentabilidade, irmandade e reconexão com a terra. A artista se apresenta nos CEUs Jaguaré, Formosa, São Mateus e Freguesia do Ó.
Edivan Fulni-ô também chega aos CEUs com o potente Ancestrônik que convida o público a mergulhar em uma aventura de luz e movimento com viagem no tempo para brincar e ensinar outras crianças a proteger a mãe terra e toda a vida que a cerca. O artista se apresenta em 11 CEUs até o dia 27 de agosto.
Com a contação “Nanã e os Potes de Barro”, a autora Chirley Pankará celebra as raízes, memória e beleza criada com as mãos e o coração pela arte ancestral de moldar o barro que aprendeu com a avó. A proposta é livre para todas as idades e está com apresentações previstas até o dia 22 de agosto.
A programação nos CEUs também faz parte das ações do II Festival Internacional Literário de São Paulo, o FLI Sampa, ampliando a diversidade das atividades ofertadas aos estudantes e a comunidade dos territórios. Confira a programação na íntegra clicando aqui.
Os endereços dos CEUs estão disponíveis clicando aqui
As ações culturais são organizadas pela Coordenadoria dos CEUs, por meio de sua Divisão de Cultura (DIAC) e estão de acordo com o Currículo da Cidade e com as políticas públicas da Rede Municipal, que respeitam a Lei nº 11.645, que inclui no currículo oficial das redes de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.
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