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Prefeitura firma parceria com Fundação Lemann para ampliar internet de alta velocidade na rede municipal de ensino
O Programa de Conectividade de Escolas ampliará as possibilidades de ensino e aprendizagem dentro da sala de aula, permitindo o uso de melhores recursos educacionais digitais
Publicado em: 13/01/2022 18h59 | Atualizado em: 14/01/2022
A Prefeitura de São Paulo assinou nesta quinta-feira (13) um Acordo de Cooperação com a Fundação Lemann para execução do Programa de Conectividade de Escolas. A iniciativa prevê a realização de um diagnóstico da qualidade da internet recebida por cada unidade, por meio da instalação do Medidor Educação. Até 2023, a Administração Municipal quer viabilizar que todas as unidades educacionais da rede tenham internet com qualidade e padrão internacional, garantindo aos estudantes o uso da tecnologia em suas escolas.
“A cidade de São Paulo tem que ser um exemplo ao Brasil. Temos lugares com uma internet que funciona de maneira excelente, enquanto escolas e Unidades Básicas de Saúde (UBSs) ainda se conectam via rádio em áreas de sombra”, disse o prefeito Ricardo Nunes, lembrando a Lei das Antenas, sancionada nesta semana.
“Esta parceria será mais uma ferramenta para auxílio dos professores e estudantes nas atividades, principalmente neste novo momento que estamos entrando na Educação, em que o uso de tecnologia estará cada vez mais atrelado ao dia a dia das escolas”, explicou o secretário municipal de Educação, Fernando Padula.
Conectividade
O Programa de Conectividade de Escolas ampliará as possibilidades de ensino e aprendizagem dentro da sala de aula, permitindo o uso de melhores recursos educacionais digitais, de ferramentas que visem reduzir as defasagens de aprendizado – que foram acentuadas ao longo da pandemia -, e das mais inovadoras plataformas formativas e avaliativas.
Cada unidade escolar instalará um Medidor Educação Conectada, software gratuito desenvolvido pelo NIC-br, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), além do upgrade da velocidade contratada, para garantir internet apropriada ao uso pedagógico. Também serão enviados equipamentos de infraestrutura de internet e de conectividade que forem necessários para a efetividade do programa. O monitoramento da iniciativa será publicizado pelos dados do Medidor Educação Conectada.
O medidor vai registrar, de quatro em quatro horas, um retrato da conectividade com a situação da internet naquele momento, permitindo relatórios com informações sobre sua velocidade da internet, analisar se ela é suficiente para atender os projetos pedagógicos da escola, saber quanto cada uma consome de internet, em quais momentos é mais utilizada, se as operadoras entregam a quantidade contratada, entre outros dados. Assim, a comunidade escolar poderá monitorar a qualidade da internet recebida pelas escolas municipais.
A iniciativa já funciona num projeto piloto nas escolas da Diretoria Regional de Educação de São Mateus. O objetivo é alcançar os estabelecimentos das 13 Diretorias Regionais.
Fundação Lemann
A Fundação Lemann já vem trabalhando com o tema de tecnologia na educação há alguns anos e, recentemente, lançou um programa para apoiar as secretarias de Educação que queiram garantir acesso à internet de qualidade nas escolas e utilizarem tecnologia no processo de aprendizado.
“Ao conectarmos as escolas com internet de qualidade, estamos dando oportunidade aos estudantes da escola pública de estarem conectados com o mundo digital. As ferramentas são importantes aliadas também para que as unidades de ensino possam reduzir as defasagens causadas pela pandemia na aprendizagem. A escola conectada é boa para o aluno e professor. A Fundação Lemann vê com animação a oportunidade de fornecer apoio técnico para desenhar e implementar o plano de melhorias de conectividade e ajudar as escolas de São Paulo a utilizar a internet por completo”, afirma Cristieni Castilhos, gerente de conectividade da Fundação Lemann.
Tecnologia na aprendizagem
A Secretaria Municipal de Educação vem investindo no uso de tecnologia para o auxílio nas aprendizagens dos estudantes, como a aquisição de 465 mil tablets aos estudantes de 540 escolas de ensino fundamental, e mais 40 mil para estudantes da educação infantil praticarem atividades em salas de aula e nos laboratórios. Também foram distribuídos nas unidades educacionais, 48 mil notebooks direcionados aos professores.
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