Notícias

Projeto sobre equidade de gênero mobiliza estudantes de escola municipal 

Iniciativa articula literatura, cultura popular e relatos de vida para promover respeito, consciência crítica e cultura de paz no ambiente escolar 

Publicado em: 24/03/2026 18h28 | Atualizado em: 25/03/2026

Fotografia e uma mulher segurando um livro e mostrando para os adolescentes na roda de conversa.
A EMEF Pres. João Pinheiro realiza, no dia 25 de março, às 8h, uma roda de conversa com a professora e coordenadora pedagógica da rede municipal Viviane Paiva. Autora do livro infantojuvenil A Princesa que Preferia Morcegos, a educadora foi convidada para dialogar com estudantes adolescentes sobre equidade de gênero e formas de reconhecer e se proteger de conteúdos que depreciam mulheres nas redes sociais. 
 
A ação integra um conjunto de atividades pedagógicas voltadas à equidade de gênero, que também contempla estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA). No 1º bimestre, a unidade iniciou o projeto interdisciplinar “Vozes que Não se Calam: Mulheres, Samba, Cultura de Paz e Direito à Vida”, articulando o tema do carnaval a reflexões sobre direitos, identidade e convivência respeitosa. 
 
Ao longo do período, foram realizadas oficinas com estudantes dos 6º e 7º anos e da EJA, mediadas pela professora Conceição, além de rodas de conversa no Ensino Fundamental II. Entre os destaques, está a participação da mãe da estudante Rafaela, do 8º ano, que compartilhou seu relato de vida, promovendo um momento de escuta e sensibilização com estudantes dos 8º e 9º anos. 
 
A programação também incluiu a presença da escritora Elaine Zapater, que conversou com turmas do Ensino Fundamental I a partir de sua obra Miguel no lugar dos outros, ampliando o diálogo sobre empatia, respeito e convivência. 

Fotografia de uma roda de conversa de meninos com uma escritora.

As atividades fazem parte de uma proposta pedagógica contínua, que busca orientar crianças, adolescentes e estudantes da EJA sobre como reconhecer e enfrentar situações de violência e discriminação, inclusive aquelas presentes no ambiente digital. 
 
Diante das discussões contemporâneas sobre violências de gênero, a escola tem investido em estratégias como rodas de conversa, práticas interdisciplinares e o uso da literatura para fortalecer o pensamento crítico e o protagonismo dos estudantes. 

Notícias Mais Recentes

Relacionadas

Fotografia de uma criança com um livro nas mãos. Ela olha para o lado e ao redor dela há brinquedos em madeira.
Imagem com fundo rosa escuro e branco e o texto
Imagem de uma criança pequena sentada à mesa, concentrada enquanto escreve ou desenha em uma folha de papel. Ao lado, uma mulher observa atentamente e oferece apoio, com expressão de cuidado e orientação. Ao fundo, outras pessoas aparecem desfocadas, sugerindo um ambiente escolar. A cena transmite um momento de aprendizagem e acompanhamento individual.

São Paulo avança na alfabetização e supera meta do MEC 

Publicado em: 01/04/2026 6h10 - em Secretaria Municipal de Educação

Imagem de um evento em ambiente interno, com duas mulheres sentadas em poltronas à frente de uma plateia. Uma delas fala ao microfone enquanto gesticula, e a outra escuta atentamente. Ao fundo, há uma projeção em tela com informações sobre alfabetização, incluindo texto institucional e a foto de uma mulher. Na frente das palestrantes, há pequenas mesas com copos e jarros de água. O público está sentado, de costas para a câmera, acompanhando a apresentação.

SME institui grupo de trabalho para fortalecer a política de alfabetização na rede municipal 

Publicado em: 01/04/2026 5h16 - em Secretaria Municipal de Educação

Fotografia de vários professores sentados ao redor da mesa com seus computadores portáteis.

Formação inicial reúne novos POEDs para atuação com Tecnologias para Aprendizagem 

Publicado em: 01/04/2026 4h08 - em Secretaria Municipal de Educação

1 2 3 4 5 6 1.644