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Projeto Leituras e Culturas e Parque Sonoro no CEI Quinta do Sol
Proposta foi apresentada também no Congresso Municipal de Educação para relações Étnico-Raciais
Publicado em: 10/11/2016 16h54 | Atualizado em: 30/11/2020
No mês de junho deste ano foi realizado pela Secretaria Municipal de Educação (SME) o II Congresso Municipal de Educação para Relações Étnico-Raciais, o evento discutiu a necessidade de promover ações de combate ao preconceito, discriminação e racismo e de promoção da igualdade étnico-racial, e todas as Diretorias Regionais de Educação (DREs) enviaram projetos que trabalharam a temática proposta.
Na DRE Penha foi apresentado o “Projetos Leituras e Culturas e Parque Sonoro”, este em andamento desde o mês de agosto de 2015 no Centro de Educação Infantil (CEI) Quinta do Sol, tem por objetivo principal disseminar a diversidade de títulos literários, narrativas, contos tradicionais e cânticos populares, com uso de recursos materiais variados, incluindo diferentes instrumentos musicais e músicas, a fim de estimular a percepção das crianças quanto à grandiosidade cultural do país.
A professora responsável pelo projeto, Patrícia Alessandra Pereira de Assis, explicou que a proposta começou a ser elaborada a partir das discussões do Projeto Especial de Ação (PEA). Ela notou que as leituras em sala eram feitas de modo muito aleatório e decidiu utilizar o acervo que tinha na biblioteca do CEI para avaliar com um enfoque diferente as culturas Afro e Indígena.
Com isso passou a realizar leituras diárias, e que era possível direcionar aos alunos de qualquer sala e faixa etária. Além disso, com o projeto “Parques Sonoros” do “Programa São Paulo Carinhosa”, pôde produzir e confeccionar instrumentos musicais juntamente com as crianças, e dessa forma as leituras e contação de histórias passaram a ter música.
“Há a expectativa de oferecer às crianças o contato permanente com um amplo repertório de histórias, fruto de construções culturais de nosso território, oriundas, sobretudo, das tradições europeias, africanas e indígenas”, afirmou a professora.
De acordo com ela esse trabalho vem obtendo considerável participação das crianças desde o início de sua implementação, as quais se mostram curiosas e alegres em vivenciar as propostas “Quanto mais ‘brincada’ for a experiência, maior será o envolvimento. E o verso que cantamos iniciando as Rodas, sempre acompanhado de algum instrumento, faz o clima para as histórias chegarem: ‘Tin, tin, tin/ É a hora da história!…’”, explica.
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