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Programa de Alimentação Escolar no Brasil na visão de jornalista internacional

Jornalista indiana faz série de reportagens sobre o Programa de Alimentação Escolar na cidade de São Paulo

Publicado em: 30/03/2016 12h33 | Atualizado em: 30/11/2020

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Crédito: Pulitzer Center/ Rhithu Chatterjee

Rhithu Chatterjee é uma jornalista de Nova Delhi, com graduação em Darjeeling (Índia) e mestrado em jornalismo pela Universidade de Missouri, ela é responsável pela cobertura de pautas de ciência, meio ambiente, saúde e desenvolvimento do portal internacional Pulitzer Center

Rhithu esteve no Brasil entre os dias 2 e 14 de Abril de 2015, conhecendo o Programa de Alimentação Escolar na cidade de São Paulo e entrevistando merendeiras, alunos, ex-alunos, diretores e educadores de três unidades da Rede Municipal de Ensino. No período visitou também a Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo e propriedades de agricultores familiares na cidade de Promissão, no norte do estado de São Paulo.

A visita gerou uma série de cinco reportagens que disponibilizaremos nesse portal através de versões na íntegra em tradução livre.

Alimentação escolar, saúde melhor – por Tom Hundley, editor chefe do Pulitzer Center

O Programa Nacional de Alimentação Escolar no Brasil, previsto na Constituição do país, alimenta todos os alunos matriculados na rede publica de ensino. Isso corresponde a cerca de 42 milhões de alunos diariamente, conforme relata a Rhitu Chatterjee do Pulitzer Center em sua série de reportagens de rádio, PRI’s The World.

Uma lei de 2009 exige que 30% dos recursos federais para o Programa de Alimentação Escolar refeições escolares sejam gastos com alimentos da agricultura familiar. Com isso, diz Rhitu, o governo do Brasil não só fornece às crianças alimentos saudáveis, como também ajuda cerca de quatro milhões de pequenos agricultores do país, promovendo o desenvolvimento rural.

De acordo com Rhitu, o programa tornou-se um exemplo para outros países em desenvolvimento que também estão tentando impulsionar a agricultura local, proporcionando segurança alimentar e nutricional para os alunos de comunidades pobres.

Confira a matéria original na íntegra e as sugestões de atividades do Pulitzer Center.


Programa de Alimentação Escolar no Brasil: da agricultura local ao prato das crianças – por Rhithu Chatterjee

O Programa de Alimentação Escolar  ?  PAE do Brasil, o segundo maior do mundo, alimenta 42 milhões de crianças nas escolas do país. Como parte do Programa Fome Zero, o PAE ajudou a reduzir a fome e a desnutrição infantil e iniciou uma mudança na forma que as crianças se relacionam e entendem a comida, enquanto promove a agricultura local.

A constituição brasileira exige que 30% dos recursos federais para o PAE sejam gastos com alimentos provenientes da agricultura familiar. Com isso, o país tem ajudado cerca de quatro milhões de pequenos produtores e ainda promove o desenvolvimento rural.

Assim como outros países do mundo, o Brasil enfrenta tanto desnutrição quanto obesidade atualmente. Crianças em situação de pobreza e sem acesso a quantidades suficientes de alimentos nutritivos têm acesso a um número considerável de alimentos com baixo teor nutricional, resultando no aumento das taxas de obesidade. As escolas públicas do país estão tentando resolver o problema com as hortas escolares, uma de suas ferramentas mais efetivas. As crianças plantam seus alimentos e decidem o que produzir para usar nas suas próprias refeições na escola, enquanto constroem um melhor entendimento sobre sua comida e o significado de comer de forma saudável.

Rhitu Chatterjee explora alguns dos casos de sucesso do PAE do Brasil, também tentando entender onde ele ainda é deficiente. Os sucessos e pontos fracos desse programa trazem importantes lições para os Estados Unidos e outros países com programas de alimentação escolar.

Confira a matéria original na íntegra

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