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Prática de estágio em escola municipal é reconhecida pela Prefeitura de São Paulo
Estudantes de licenciaturas podem se candidatar para as vagas de estágio; remuneração, com auxílios, chega a R$ 2.039,85.
Publicado em: 02/12/2022 12h18 | Atualizado em: 02/12/2022
No dia 29 de outubro aconteceu a 11ª edição do concurso “Melhores Práticas de Estágio na PMSP”, promovido pela Secretaria Municipal de Gestão em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE. Seu objetivo é incentivar a participação dos estagiários no desenvolvimento de políticas públicas praticadas pela administração pública e difundir as propostas inovadoras e a contribuição dos estagiários por meio dos projetos vencedores.
Uma estagiária do programa Aprender sem Limites, da Secretaria Municipal de Educação (SME) foi uma das finalistas do concurso. Erika Araujo Garcia, de 40 anos, é estudante de Pedagogia da UNIVESP e faz estágio na Escola Municipal de Ensino Fundamental do Centro Educacional Unificado (CEU) Alto Alegre, na DRE São Mateus. Seu projeto utiliza a metodologia ativa com estudantes com deficiências, autismo, TDG e TEA.
Nas aulas, a estagiária Érika trabalha com cartazes, lapbooks, maquetes e apresentações em vídeo. O foco principal desse projeto é a integração além da inclusão. As atividades são com os temas trabalhados na sala, pré-aprovadas pelos professores regentes de cada área, porém são trabalhados de forma interdisciplinar.
Estágio na Rede Municipal
A SME oferece a oportunidade para cerca de 6 mil estudantes fazerem estágio remunerado em escolas municipais. As vagas são para estudantes que cursam do 2º até o penúltimo semestre de graduação nos cursos de Pedagogia, e licenciaturas como Letras, Matemática, Geografia, História, Educação Física, Inglês, Ciências, Artes e Educação Especial. A remuneração, com auxílios, chega a R$ 2.039,85.
Os estudantes contratados poderão atuar em um dos dois programas: Parceiros da Aprendizagem ou Aprender Sem Limites. No primeiro, o estagiário auxiliará os professores que atuam nas salas do Ciclo de Alfabetização, já no segundo, o universitário auxiliará em turmas em que há estudantes com deficiências e/ou transtornos do espectro autista. A carga horária é de 6 horas diárias, totalizando 30 horas semanais. É possível escolher vagas para o turno da manhã ou da tarde.
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