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Escola faz passeata pelo bairro para denunciar violência contra mulher

Março Mulher: Ação integra o projeto Do Luto à Luta e mobiliza estudantes, famílias e comunidade

Publicado em: 25/03/2026 18h08 | Atualizado em: 26/03/2026
Composição de quatro fotografias de faixas pintadas a mão com dizeres sobre violência contra mulher: "Mulheres vivas", "Educar para previnir a violência", "Meninas fortes, livres, sem medo", "sororidade".

A EMEF Engenheiro José Amadei, da região da Capela do Socorro, realizará na próxima quinta-feira, 26 de março, uma passeata pelo bairro para chamar a atenção da comunidade sobre a importância de denunciar a violência contra a mulher e promover um Brasil mais seguro para meninas e mulheres. A ação também busca incentivar o respeito e a igualdade de gênero e contará com a participação de estudantes, equipe gestora, docentes, familiares e moradores do entorno. 

A atividade marca o encerramento do projeto Do Luto à Luta: Março Mulher 2026, que ao longo do mês promoveu uma série de ações pedagógicas voltadas à conscientização sobre a violência contra a mulher e à valorização do protagonismo feminino. A programação incluiu rodas de conversa, debates em sala de aula, leituraço com obras literárias de autoras mulheres, atividades interdisciplinares e ações organizadas pelo Grêmio Estudantil. 

Durante o período, os estudantes participaram de discussões sobre dados relacionados ao feminicídio, refletiram sobre a importância do respeito e do combate à violência e conheceram a trajetória de mulheres que marcaram a História. Também foram produzidos materiais para exposição no pátio da escola, com textos, cartazes e campanhas de conscientização elaboradas pelas turmas. 

Nas aulas de leitura, foram trabalhadas obras de autoras mulheres e textos voltados à temática do projeto. Já nas demais disciplinas, os docentes desenvolveram atividades com o objetivo de promover a reflexão, combater a violência contra as mulheres e valorizar a produção e o ser feminino. 

A programação contou ainda com a participação do Coletivo Sarau do Iporanga, que realizou uma roda de conversa sobre “Ações possíveis na prevenção da violência contra a mulher”, além de uma oficina de confecção de estandartes e cartazes com slogans e mensagens de conscientização. No dia 24 de março, a unidade promoveu um leituraço com toda a escola, e, no dia 25, o Grêmio Estudantil conduziu uma atividade de diálogo entre os estudantes sobre a importância da temática. 

Fotografia de estudantes em uma grande roda de conversa

Para a diretora da unidade, Nadini Cristina Ramos, o projeto tem como objetivo ampliar a reflexão e mobilizar a comunidade. “Com essas ações, que não se esgotam ou se isolam no mês de março, pretendemos ampliar a conscientização sobre a violência contra as mulheres, desenvolver valores de respeito e igualdade, promover a participação ativa dos estudantes em ações cidadãs e mobilizar a comunidade para refletir sobre o grave e urgente problema que é o feminicídio e as violências contra a mulher”, afirma. 

A passeata do dia 26 encerra a programação com uma mobilização pacífica pelo bairro, reforçando a importância da denúncia da violência contra a mulher e do compromisso coletivo com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. 

Programação:

12h – Concentração dos estudantes, professores, familiares e comunidade na praça em frente à escola (Praça Almirante Pena Botto – Rua Raimundo Lopes) 

12h15 – Apresentação dos alunos do 4º ano (música “Dona de Mim” – Iza) 

12h25 – saída para a passeata percorrendo as ruas do bairro (Rua Raimundo Lopes – Rua Alcides Munhoz – Rua Armando Vieira até o Posto de Combustível – PARADA NA ESTAÇÃO AUTÓDROMO – Retorno pela Avenida Jair Ribeiro da Silva) 

Durante a passeata ocorrerão algumas paradas para leituras e apresentações. 

13h30 – Encerramento na porta da escola. 

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