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Imprensa Jovem da EMEF Nelson Pimentel Queiroz conheceu mais sobre a literatura nordestina

Publicado em: 22/08/2018 16h55 | Atualizado em: 30/11/2020

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Por Felipe Rodrigues, Maria Eduarda Rodrigues, João Vitor Nascimento de Jesus e professor Rodrigo Shimizu da Imprensa Jovem da EMEF Nelson Pimentel Queiroz

No dia 10 de agosto, a equipe do Projeto Mídias e Tecnologias da Escola Municipal de Educação Fundamental (EMEF) Nelson Pimentel Queiroz, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Santo Amaro, participou da cobertura jornalística da 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

Ao lado de outras equipes de Imprensa Jovem da Prefeitura de São Paulo, o trio de estudantes-jornalistas formado por Maria Eduarda Rodrigues (5º C), Felipe Rodrigues (6º B) e João Vitor de Jesus Nascimento (6º C), acompanhados do Professor Orientador de Informática Educativa, Rodrigo Shimizu, percorreu os corredores da Bienal em busca de destaques do evento. Um deles foi o “Espaço Cordel e Repente”, que pela segunda edição seguida contou com um espaço exclusivo para a valorização da Cultura Popular Nordestina.

Chamado de “Cordel e Repente” e organizado pela Editora IMEPH, o espaço contou com um caminhão personalizado dentro do pavilhão, transformado em um grande palco para artistas que se expressam por meio da literatura de cordel. Durante a cobertura pudemos acompanhar a apresentação da médica e escritora Paola Tôrres, que declamou trechos do livro de sua autoria, “Andei Por Aí”, da editora UFC (Universidade Federal do Ceará).

Com muito ritmo e musicalidade, a escritora declamou os versos de seu livro em forma de repente e animou a plateia. Em “Andei Por Aí”, Paola Torres propõe apresentar-se ao mundo como uma profissional da medicina que escolhe não se submeter aos protocolos para se comunicar francamente com as pessoas de quem cuida.

No estande, o visitante ainda pôde conhecer (e comprar) livros de literatura de cordel e desenhos como a xilogravura (ver glossário abaixo), onde a ilustração é entalhada na madeira para ser reproduzida.

GLOSSÁRIO:

Xilogravura

Xilogravura ou xilografia significa gravura em madeira. É uma antiga técnica, de origem chinesa, em que o artesão utiliza um pedaço de madeira para entalhar um desenho, deixando em relevo a parte que pretende fazer a reprodução. Saiba mais.

Literatura de Cordel

Literatura de cordel, também conhecida como folheto, é um gênero literário popular escrito frequentemente na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em folhetos. Saiba mais.

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