História UniCEU

A Lei nº 15.883/2013 implanta a Universidade Aberta do Brasil – UAB, no município de São Paulo, voltada à oferta de cursos e programas na modalidade a distância, mediante a criação e manutenção de Polos de Apoio Presencial. Os polos são unidades operacionais criadas para o desenvolvimento descentralizado, em articulação com o Sistema UAB, de atividades didático-pedagógicas e administrativas relativas a cursos e programas ofertados a distância, abrindo um novo espaço de inclusão ao ensino superior no Município de São Paulo. 

No ano de 2016, por meio do Decreto nº 56.877, fomentou-se uma rede de Polos de Apoio Presencial – Rede UniCEU, cujos cursos de formação inicial e continuada, tecnológicos, de extensão, de graduação e de pós-graduação são ofertados: 

“I – por meio do Sistema Universidade Aberta do Brasil – UAB instituído no âmbito do Município de São Paulo, nos termos da Lei nº 15.883, de 4 de novembro de 2013;

II – por Instituições de Ensino Superior – IES e outras que celebrarem parceria com a Prefeitura do Município de São Paulo.

No município, os polos da Rede UniCEU foram implantados nos 46 Centros Educacionais Unificados (CEUs) equipamentos que “são compostos por núcleos, unidades educacionais, espaços e territórios de natureza multidimensional, que potencializam a intersetorialidade das políticas públicas municipais por meio do fortalecimento das redes de proteção social e de ações intersecretariais articuladas voltadas ao desenvolvimento educacional, social, cultural, esportivo e tecnológico do território e da cidade natureza”. Devido a uma configuração específica do território, um único Polo está localizado em uma Unidade Escolar – EMEF Gilberto Dupas, da DRE Freguesia/Brasilândia. 

A UniCEU posiciona-se na articulação entre ações de fomento ao Ensino Superior, especialmente nas áreas de maior vulnerabilidade, priorizando jovens e profissionais da educação dos territórios. Os primeiros para que tenham direito à escolarização superior gratuita e de qualidade, dessa forma, garantindo uma política pública de expansão do Ensino Superior, incentivando o desenvolvimento humano. Já o segundo grupo, para garantir o desenvolvimento de ações formativas permanentes e contínuas a esses profissionais a fim de alinhá-los à proposta pedagógica do município, para que, na Rede Municipal ou fora dela, possam potencializar a qualidade na educação.