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Primeiras práticas do Programa São Paulo Integral

Conheça uma prática em educação integral em escola na zona Norte.

Publicado em: 09/03/2016 11h52 | Atualizado em: 04/05/2021
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Neste início de ano letivo, quase nove mil meninos e meninas matriculados no Ciclo de Alfabetização em 71 escolas da Rede Municipal de Ensino (RME) na cidade de São Paulo passaram a permanecer mais tempo em atividades educacionais. A mudança foi ocasionada pela implantação do Programa São Paulo Integral, que amplia o tempo de permanência na escola ao proporcionar educação Integral em tempo integral aos estudantes.

Na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Martin Francisco Ribeiro de Andrada, situada no Tremembé, zona norte de São Paulo, as aulas para os recém-chegados no primeiro ano já estão na nova proposta de educação integral. Eles chegam às 11h30 e ficam na escola até às 18h30. Durante esse período, participam de atividades diversificadas em ambientes planejados para as especificidades do atendimento com horário ampliado e recebem três refeições – almoço e dois momentos de lanches.

O planejamento feito pelas professoras do primeiro ano, em conjunto com a equipe gestora, contemplou os momentos de trabalho com os componentes curriculares comuns, como Língua Portuguesa, Matemática e Natureza e Sociedade, combinados com as disciplinas de Arte, Educação Física, Informática Educativa e Sala de Leitura, que foram divididas em dois momentos semanais a fim de proporcionar ainda mais experiências para os estudantes.

Da Arte a Tecnologia – Em Arte, as crianças passaram a ter uma aula na qual se trabalha, além das diversas linguagens artísticas, os jogos teatrais. Em Educação Física, além das aulas com as modalidades esportivas, os estudantes começaram também a participar de uma aula específica sobre cultura corporal. A Informática Educativa ganhou um diferencial: o estudo sobre as crianças do mundo a partir da cultura de diversos países, utilizando os recursos da tecnologia. Na sala de leitura, as atividades específicas da aula foram combinadas com momentos para brincar com as histórias.

A matriz curricular de atividades semanais das turmas de primeiro ano do ciclo de alfabetização da EMEF também é composta por aulas de Jogos Matemáticos, Horta, Diversidade e parque. A Coordenadora Pedagógica da unidade, Minéa Paschoaleto, conta que pelo fato das crianças ficarem mais tempo na unidade, a intenção é garantir os direitos de aprendizagem por meio de vivências diferenciadas em cada território do saber.

Os preparativos para o Projeto Educação Integral na EMEF iniciaram em 2015, a partir de reflexões sobre como a escola continuaria atendendo com qualidade social os alunos por mais horas. A partir daí, os espaços foram otimizados para proporcionar às crianças aprendizados, convivência e bem-estar. Os mobiliários das salas de aula foram dispostos em duplas e o ambiente ganhou um grande tapete com almofadas, cantinho com livros, brinquedos e materiais de pintura acessíveis às crianças. A intenção é que eles tenham momentos de autonomia, descontração e descanso na rotina diária.

Confira algumas imagens da escola clicando aqui.

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Números da Educação Integral na RME –
Em 2016, mais de 32 mil estudantes recebem atendimento em tempo integral nos diferentes ciclos do Ensino Fundamental. Ele acontece nas 102 escolas municipais que aderiram ao Programa São Paulo Integral e em oito unidades que já funcionam com horário expandido e em ações de parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social (SMADS).

Outras políticas de ampliação de jornada – Das 545 EMEFs da RME, 541 já estão incluídas em políticas de indução à expansão de jornada, seja pelo Programa Mais Educação, instituída pelo Ministério da Educação, ou pelo Programa Mais Educação São Paulo.

Leia mais sobre o São Paulo Integral.

Veja também

Portaria Nº 7.464, de 03 de dezembro de 2015, que institui o programa “São Paulo Integral”

Documento orientador do Programa “São Paulo Integral”

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