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Fórum de Educação Integral para uma Cidade Educadora é instituído

A ideia é criar espaços para a reflexão de políticas públicas, além de formação, troca de experiências e sistematização de prática

Publicado em: 07/12/2016 16h41 | Atualizado em: 30/11/2020

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Ocorreu na última sexta, 2 de agosto, no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo, o lançamento do Fórum de Educação Integral para uma Cidade Educadora. O evento foi realizado com a intenção de instituir e garantir diálogo aberto e permanente voltado para o debate de políticas públicas para a educação integral.

A ideia é que o fórum proporcione espaço para a reflexão de políticas públicas em educação integral, formação de agentes, troca de experiências, sistematização de práticas e desenvolvimento de pesquisas sobre o tema, além do monitoramento das metas de Educação Integral do Plano Nacional e Municipal de Educação.

A mesa de abertura contou com a participação de Fátima Antonio, Secretária Adjunta da Secretaria Municipal de Educação; Emília Cipriano, do Conselho Municipal de Educação; Pilar Lacerda FSM/Centro de Referências em Educação Integral; Elie Ghanem, da Faculdade de Educação – USP; Alexandre Saul, da Universidade Católica de Santos; Maria Cristina Rodrigues, Supervisor Escolar e integrante do Grupo de Trabalho de Implementação, Acompanhamento e Avaliação do Programa São Paulo Integral e Diana Mendes Machado da Silva, Professora de Educação em Direitos Humanos.

“Estamos convictos que precisamos continuar na proposta de educação integral e o Plano Municipal de Educação, juntamente com o Fórum de Educação Integral, hoje garantido por lei, transcenderá governos e dará as garantias para uma escola e educação transformadora”, disse a Secretária Adjunta Fátima Antônio.

Para o professor Elie Ghanem é importante que haja a garantia de atividades que possibilitem a Educação Integral sem se limitar à educação escolar. “Os profissionais da educação também precisam de mais mobilização e as famílias necessitam de mais interesse e inserção no contexto educativo”, disse Elie.

Completando a falada do Professor Elie, a Professora Pilar Lacerda disse que é “preciso pensar a educação integral como um princípio e não como uma modalidade da educação”.

“Este fórum é mais uma oportunidade de manter a perspectiva de luta e articulações. É um espaço para mostrar quais políticas estão em curso nos territórios. As cidades educadoras não podem ser apenas um slogan. É preciso questionar se elas realmente vêm sendo colocadas em prática, por meio de diálogo e exercício”, ressaltou o Professor Alexandre Saul.

Em sua fala, a professora Diana Mendes da Silva ressaltou o papel dos professores como responsáveis pela materialização das políticas públicas de Educação Integral. Emília Cipriano enfatizou que discutir a política pública para a cidade de São Paulo, que tem um nível de complexidade enorme, não pode assustar. “A diversidade não dificulta, mas traz uma série de possibilidades”, completou Cipriano.

Ao final, os presentes fizeram a leitura da Carta de Apresentação, na qual são encontrados os princípios do fórum para a conquista da integralidade da educação e para a defesa da Educação Integral, laica, pública e gratuita em São Paulo. A plenária foi aberta para que o público presente pudesse fazer intervenções e sugestões de novos princípios para constituir o Fórum da Educação Integral.

Recebendo as sugestões e fazendo as ponderações necessárias estavam novamente à mesa Maria Cristina Rodrigues e Diana Mendes Machado da Silva, além de Fabiana Jardim, da Universidade de São Paulo, Agda Sardenberg, Gestora de Centro de Referência em Educação Integral da Associação Cidade Escola Aprendiz, João Kleber de Santana Souza, do Programa São Paulo Integral da SME; Alexandre Isaac, Coordenador de projetos sobre Educação Integral do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (CENPEC) e Dalva de Souza Franco, Assessora do Programa São Paulo Integral na SME.

Acesse a Carta de Apresentação clicando aqui.

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